Gráficos do estrago da crise econômica nas redações

Abaixo gráficos que mostram o cenário de um dos setores que mais sofreu com a crise econômica. Embora sejam até  2015, os dados servem para compreensão do mercado, pois a tendência não mudou neste ano – pelo menos até agora.

Gráfico mostra volume de demissão por veículo de imprensa.
Gráfico mostra volume de demissão por veículo de imprensa.
Gráfico mostra número de demissões de jornalistas por ano
Gráfico mostra número de demissões de jornalistas por ano.
Demissões de jornalistas por mídia, desde 2012.
Demissões de jornalistas por mídia, desde 2012.

Vale ressaltar que os números chegam até junho de 2015, o que quer dizer que o cenário é mais preocupante ainda. Para se aprofundar no tema, confira artigo esmiuçado neste link.

Os gráficos, apesar de datados até 2015, podem ser considerados bem atuais, pois o cenário não mudou. Porém, é intrigante a resistência de grupos editoriais brasileiros às mídias digitais. O mercado vem dando sinais desde o início do século e quase não se viu movimentação no sentido de investimento em plataformas digitais disponíveis.

Curiosamente, o jornalismo também vive uma crise de identidade. As universidades e mesmo os profissionais estão diante de novas formas de relacionamento com o público e não sabem como fazê-lo. Se considerarmos a visão crítica, as mídias sociais deixam claros os problemas de distribuição de conteúdo. Qual o valor da relevância da informação?

Crises, ao contrário do que se possa pensar, nos tiram da escuridão. Por enquanto, o melhor caminho é a especialização como forma de adquirir conhecimento. Este será sempre o melhor valor para o mercado.

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